Nem todo cuidado é suave.
Alguns são firmes. Necessários. Silenciosos.
Encerrar ciclos também é autocuidado — mesmo quando dói.
Mesmo quando exige coragem para soltar o que já não sustenta, o que pesa, o que não acompanha mais quem nos tornamos.
O corpo sente antes da mente entender.
A pele responde quando insistimos em permanecer onde já não cabemos.
Cansaço, sensibilidade, desânimo… muitas vezes não são falhas — são avisos.
Autocuidar-se, às vezes, é parar.
É dizer não.
É escolher encerrar histórias, hábitos, relações e padrões que já cumpriram seu papel.
Não é desistência.
É respeito.
Quando um ciclo se encerra, algo se reorganiza por dentro.
A respiração encontra espaço.
A pele descansa.
A energia começa a fluir de outra forma.
Encerrar ciclos é um ato de amor próprio maduro.
É entender que continuar não é sempre sinal de força —
e que soltar também é um gesto de coragem.
Na SOU AYSÚ, acreditamos que pele viva é pele em escuta.
E quando ouvimos com atenção, aprendemos que o cuidado verdadeiro começa quando escolhemos viver em alinhamento com quem somos hoje.
Encerrar ciclos é abrir espaço para o novo.
E isso também é se cuidar.
Com carinho,
Munyra Luanne
