Nem toda mudança começa na mente.
Muitas vezes, ela se anuncia primeiro no corpo.
A pele reage.
O sono se altera.
O ritmo desacelera ou pede urgência.
É como se o corpo soubesse antes — e tentasse avisar que algo precisa se reorganizar.
Quando a vida pede mudança, o corpo acompanha.
Ele sente o peso do que não cabe mais.
Ele responde ao excesso, ao cansaço, ao silêncio engolido.
E, aos poucos, começa a mostrar sinais.
Não é fraqueza.
É inteligência.
O corpo é sensível aos ciclos.
Ele entende quando é hora de soltar, de parar, de mudar de direção.
E quando aprendemos a escutá-lo, o autocuidado deixa de ser apenas estético e passa a ser profundamente consciente.
Cuidar da pele, nesse momento, é um gesto de escuta.
É reconhecer que mudanças internas também pedem novos rituais, novos ritmos e mais gentileza.
A vida muda.
E o corpo acompanha — não para nos punir, mas para nos proteger.
Na SOU AYSÚ, acreditamos que pele viva é pele em diálogo com a vida.
E quando honramos esse diálogo, o cuidado se transforma em alinhamento.
Com carinho,
Munyra Luanne
